Viajar sem ter que levar os alimentos exclusivos da criança é o seu maior desejo?

Dica 1

Identifique a causa que está favorecendo este comportamento.

Dica 2

Ao oferecer novos alimentos, foque na curiosidade em explorá-los, e não somente no comer.

Dica 3

Amplie o vocabulário da criança para que saia do “eu gosto” ou “eu não gosto”.

Dica 4

Procure um profissional para ajudar nesse processo.

Em meus atendimentos, encontro, com uma certa frequência, mães, pais e/ou cuidadores desmotivados para viajar em família, pelo simples fato de que a criança ficará sem comer, caso não levem os alimentos que ela costuma consumir. Essa situação desgasta qualquer família.

Por isso, hoje, quero relembrar que aprendemos a partir de experiências vivenciadas e determinadas por fatores internos e externos, o que acaba resultando na modificação do comportamento.

Todo comportamento e todo conhecimento humanos são aprendidos e o meio ao qual a criança está inserida vai fazer toda a diferença. Dessa maneira, vale muito a pena investigar a partir de qual momento esse comportamento foi iniciado.

Muitas famílias acham que é algo apenas momentâneo e que logo vai passar, porém, em meu dia a dia isso nem sempre ocorre de forma natural.

Vale lembrar que, durante a infância, a criança passa por diversas fases que influenciam no apetite e na forma como se alimentam.