Hoje é comemorado o Dia Internacional da Medicina Integrativa. Você sabe o que é essa prática?

A Medicina Integrativa consiste em valorizar a importância da relação entre o paciente e o profissional de saúde. Ela é focada na pessoa em seu todo e não somente na doença. É saber que fatores físicos, emocionais, mentais, ambientais, culturais, espirituais e sociais influenciam no que você é e em que estado você está.

Por isso, o diagnóstico do processo do adoecimento leva em conta:

• Fluxo de energia

• Emoções

• Alimentação

• Atividades

• Relacionamentos

• Expressões

• Sintomas

• Características físicas

• Contexto cultural e social

No cuidado além das práticas médicas, estão envolvidas possibilidades terapêuticas como: homeopatia, medicina chinesa, meditação, massagens, reiki, florais, quiropraxia, etc.

Mas por que a Medicina Integrativa é importante?

Mudanças estruturais e comportamentais em nossa sociedade têm sido responsáveis pelo aparecimento de síndromes e transtornos relacionados a ansiedade, insônia, dores crônicas, estresse, depressão, déficit de atenção, entre outros. A longevidade da população responde em grande parte pela prevalência das doenças crônico-degenerativas.

Diante da nossa realidade, cada vez mais necessitaremos de atendimentos sob essa perspectiva. Ao problematizar todas os contextos possíveis, a Medicina Integrativa deixa de ser uma resposta automática e linear diante de um problema e passa a ser um processo avaliado em toda a sua complexidade.

Lembre-se: nossa saúde depende da interação entre os mais diferentes cenários e as mais diversas circunstâncias. É preciso enxerga-la como uma cadeia de eventos singulares antes de qualquer tipo de diagnóstico! Referência: Sousa, IMC; Hortale, VA; Bodstein, RCA, 2016. Medicina tradicional complementar e integrativa: desafios para construir um modelo de avaliação do cuidado.